- Bom dia. Gostava de solicitar um crédito para montar um novo negócio.
- Pois bem, qual a finalidade do crédito?
- É para abrir um negócio familiar... um café. Trouxe um plano de negócios...
- Muito bem, obrigado. Pode deixar para análise. Tem rendimentos?
- Neste momento estou desempregado...
- E garantias? Um imóvel que possamos hipotecar, talvez? Fundos de investimento que possamos cativar?
- Não... nada disso... mas pensava que o próprio negócio funcionava como garantia.
- Pois o negócio em sim é uma parte, mas precisamos de garantias pessoais suas...
- Tem dinheiro em poupanças?
- Não...
- Bom eis o que precisamos: rendimentos, cópia do IRS, garantias bancárias, seguro de vida, livrança,...
- Desculpe mas, se conseguir reunir essas garantias todas, acho que já não preciso dos vossos serviços...
- ????
Por Nostressa
Showing posts with label Negócios. Show all posts
Showing posts with label Negócios. Show all posts
Tuesday, June 26, 2007
Tuesday, June 12, 2007
Consultor da banha da cobra
Sr. Peixoto - Dr. Romão, pode voltar a explicar-me o que está a vender exactamente?
Dr. Romão - Sr. Peixoto, na sequência da análise prévia indentificamos que pode potenciar os processos internos, aumentar a comunicação bidirecional com os seus clientes, gerar acréscimos de cashflow, potenciando assim crescimento efectivo de receitas.
Sr. Peixoto - Sim...
Dr. Romão - Na prática estamos a falar de uma solução inovadora no mercado que se traduz numa melhoria significativa na forma de trabalhar e realizar negócio, que abrange o ciclo 360º desde a identificação da oportunidade à venda efectiva, potencia cross-selling, e optimiza o ciclo de venda e deployment de novos serviços
Sr. Peixoto - Pois, mas isso na prática...
Dr. Romão - Estamos a falar de fidelizar clientes actuais, mas também angariar novos clientes, de forma eficiente e efectiva. Esta solução é modular e escalável, pode integrar com o backoffice empresarial e está preparada para integrar com as mais recentes tecnologias. É de simples utilização, e totalmente parametrizável...
Sr. Peixoto - Bom, mas e o preço?
Dr. Romão - O sistema de pricing é totalmente flexível, podendo ser pago à cabeça ou em modelo ASP partilhado, tipo renting mensal.
Sr. Peixoto - Mas quanto?
Dr. Romão - Estamos a falar de uma solução extremamente económica atendendo ao potencial retorno previsto. E depois convenhamos que durante uns tempos não precisa de pensar em upgrades dispendiosos...
Sr. Peixoto - Em quanto tempo tenho uma solução dessas a funcionar
Dr. Romão - Ora o tempo de implementação varia com o ambiente específico de cada cliente, com a dimensão da arquitectura técnica especifica, é difícil estimar nesta fase.
O Sr. Peixoto acabou convencido. Contudo ficou sem perceber o que estava a comprar, quanto tempo demora a implementação e quanto vai gastar. Mesmo assim, comprou!
Dr. Romão - Sr. Peixoto, na sequência da análise prévia indentificamos que pode potenciar os processos internos, aumentar a comunicação bidirecional com os seus clientes, gerar acréscimos de cashflow, potenciando assim crescimento efectivo de receitas.
Sr. Peixoto - Sim...
Dr. Romão - Na prática estamos a falar de uma solução inovadora no mercado que se traduz numa melhoria significativa na forma de trabalhar e realizar negócio, que abrange o ciclo 360º desde a identificação da oportunidade à venda efectiva, potencia cross-selling, e optimiza o ciclo de venda e deployment de novos serviços
Sr. Peixoto - Pois, mas isso na prática...
Dr. Romão - Estamos a falar de fidelizar clientes actuais, mas também angariar novos clientes, de forma eficiente e efectiva. Esta solução é modular e escalável, pode integrar com o backoffice empresarial e está preparada para integrar com as mais recentes tecnologias. É de simples utilização, e totalmente parametrizável...
Sr. Peixoto - Bom, mas e o preço?
Dr. Romão - O sistema de pricing é totalmente flexível, podendo ser pago à cabeça ou em modelo ASP partilhado, tipo renting mensal.
Sr. Peixoto - Mas quanto?
Dr. Romão - Estamos a falar de uma solução extremamente económica atendendo ao potencial retorno previsto. E depois convenhamos que durante uns tempos não precisa de pensar em upgrades dispendiosos...
Sr. Peixoto - Em quanto tempo tenho uma solução dessas a funcionar
Dr. Romão - Ora o tempo de implementação varia com o ambiente específico de cada cliente, com a dimensão da arquitectura técnica especifica, é difícil estimar nesta fase.
O Sr. Peixoto acabou convencido. Contudo ficou sem perceber o que estava a comprar, quanto tempo demora a implementação e quanto vai gastar. Mesmo assim, comprou!
Etiquetas:
consultor,
Consultoria,
Negócios,
Tecnologias de Informação e Comunicação,
TIC
Friday, June 8, 2007
O Pessimista e o Empreendedor
Santos é um tipo empreendedor, que está a pensar criar a sua própria empresa. Santos tem um amigo, pessimista por natureza...
Amigo Pessimista - Oi Santos que tal?
Santos - Amigo pessimista! Estás bem? Comigo está tudo óptimo e contigo?
Amigo Pessimista - Cá vamos indo... como a vida deixa...
Santos - Olha amigo pessimista, estou a pensar abrir o meu próprio negócio!
Amigo Pessimista - Eh pá... eu não me metia nisso?
Santos - Porquê?
Amigo Pessimista - Já pensaste bem? É muito arriscado... e o mercado está mau... e as finanças não perdoam... O Estado não ajuda...
Santos - Hmmm... mas eu confio na ideia...
Amigo Pessimista - Não sei o que pensas fazer, mas o mercado está em crise...tens de ter clientes e hoje em dia ninguém compra... não há graveto... O que estavas a pensar abrir?
Santos - Estava a pensar na restauração...
Amigo Pessimista - Restauração? Aaaah! Esquece!
Santos - Porquê? Achas que não.
Amigo Pessimista - Conheço uma pessoa que me é próxima... um amigo de um amigo da prima de um cunhado que ouviu dizer que isso não dá! Nem sabes no que te estás a meter!
Santos - Mas as pessoas têm de comer.
Amigo Pessimista - Hoje em dia ninguém come fora! Esquece...
Santos - Mas olha lá o amigo pessimista, mas que experiência tens tu de negócios?
Amigo Pessimista - Bom eu... conheço gente que tem amigos... e.... hmmm...
(Se não sabes, então cala-te!!!)
Amigo Pessimista - Oi Santos que tal?
Santos - Amigo pessimista! Estás bem? Comigo está tudo óptimo e contigo?
Amigo Pessimista - Cá vamos indo... como a vida deixa...
Santos - Olha amigo pessimista, estou a pensar abrir o meu próprio negócio!
Amigo Pessimista - Eh pá... eu não me metia nisso?
Santos - Porquê?
Amigo Pessimista - Já pensaste bem? É muito arriscado... e o mercado está mau... e as finanças não perdoam... O Estado não ajuda...
Santos - Hmmm... mas eu confio na ideia...
Amigo Pessimista - Não sei o que pensas fazer, mas o mercado está em crise...tens de ter clientes e hoje em dia ninguém compra... não há graveto... O que estavas a pensar abrir?
Santos - Estava a pensar na restauração...
Amigo Pessimista - Restauração? Aaaah! Esquece!
Santos - Porquê? Achas que não.
Amigo Pessimista - Conheço uma pessoa que me é próxima... um amigo de um amigo da prima de um cunhado que ouviu dizer que isso não dá! Nem sabes no que te estás a meter!
Santos - Mas as pessoas têm de comer.
Amigo Pessimista - Hoje em dia ninguém come fora! Esquece...
Santos - Mas olha lá o amigo pessimista, mas que experiência tens tu de negócios?
Amigo Pessimista - Bom eu... conheço gente que tem amigos... e.... hmmm...
(Se não sabes, então cala-te!!!)
[Os nomes dos nossos personagens são fictícios]
O grande momento da internacionalização
Num evento promovido pelo ICEP, no estrangeiro, produtores nacionais e convidados reunem-se em torno de uma mostra de especialidades portuguesas, ali expostas e degustadas, para serem internacionalizadas...
Zé Pedro - É pá! Prova aqui este presunto que este tem nível! Traz-me à memória o bom presunto italiano. Repara na cor. Pouca gordura. Não é salgado.
Lena - Chomp chomp. Delicioso.
Sr. António - Ah, esse presunto é meu!
Lena - Então e já tem quem o distribua por estas paragens?
Sr. António - Não.
Lena - Não? Como? Então ainda não falou com o ICEP?
Sr. António - Bem, consegui estar aqui mas ainda não sei como é que hei-de entrar neste mercado. Pensei que obteria uma resposta aqui.
Breve pausa para tentar reflectir, porque isto não é normal... então como é que está aqui, se não falou com o ICEP e como é que o ICEP convida e aceita sem projectos?
Lena - Ora deixe-me cá apresentá-lo ao responsável do ICEP, cá, que também é responsável por este evento (pode ser que consiga acelerar este processo antes de regressar a Portugal).
A dois passos de distância, lá se arrasta o responsável do ICEP daquele país, para o confrontar com o produtor convidado pelo ICEP para internacionalizar o seu negócio e tentar compreender o que se passa...
Lena - Então como está? Olhe apresento-lhe aqui o Sr. "X" que tem um excelente presunto para exportar e ainda não sabe bem quais são os procedimentos do ICEP nem como o ICEP lhe pode ser útil...
José Maria Villaverde de Vasconcellos Cunha e Mello... - Olá boa tarde. Olhe, tome lá um cartão. Envie-me um fax ou um e-mail e depois conversamos.
Zé Pedro - ??? (Quando? A partir de Portugal?)
Lena - ??? (Então o que é que o ICEP anda aqui a fazer?)
Sr. António - ??? :(
E nem os indispensáveis potenciais distribuidores e empresários daquele país marcaram presença... e não são tão poucos assim.
[Os nomes dos nossos personagens são fictícios]
Zé Pedro - É pá! Prova aqui este presunto que este tem nível! Traz-me à memória o bom presunto italiano. Repara na cor. Pouca gordura. Não é salgado.
Lena - Chomp chomp. Delicioso.
Sr. António - Ah, esse presunto é meu!
Lena - Então e já tem quem o distribua por estas paragens?
Sr. António - Não.
Lena - Não? Como? Então ainda não falou com o ICEP?
Sr. António - Bem, consegui estar aqui mas ainda não sei como é que hei-de entrar neste mercado. Pensei que obteria uma resposta aqui.
Breve pausa para tentar reflectir, porque isto não é normal... então como é que está aqui, se não falou com o ICEP e como é que o ICEP convida e aceita sem projectos?
Lena - Ora deixe-me cá apresentá-lo ao responsável do ICEP, cá, que também é responsável por este evento (pode ser que consiga acelerar este processo antes de regressar a Portugal).
A dois passos de distância, lá se arrasta o responsável do ICEP daquele país, para o confrontar com o produtor convidado pelo ICEP para internacionalizar o seu negócio e tentar compreender o que se passa...
Lena - Então como está? Olhe apresento-lhe aqui o Sr. "X" que tem um excelente presunto para exportar e ainda não sabe bem quais são os procedimentos do ICEP nem como o ICEP lhe pode ser útil...
José Maria Villaverde de Vasconcellos Cunha e Mello... - Olá boa tarde. Olhe, tome lá um cartão. Envie-me um fax ou um e-mail e depois conversamos.
Zé Pedro - ??? (Quando? A partir de Portugal?)
Lena - ??? (Então o que é que o ICEP anda aqui a fazer?)
Sr. António - ??? :(
E nem os indispensáveis potenciais distribuidores e empresários daquele país marcaram presença... e não são tão poucos assim.
[Os nomes dos nossos personagens são fictícios]
Etiquetas:
Diplomacia,
Economia,
ICEP,
Internacionalização,
Negócios,
Política,
Portugal
Subscribe to:
Posts (Atom)
